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domingo, 18 de dezembro de 2016

Missão Desfralde completado com sucesso

Andei sumida né? pois é, aconteceram muitas coisas, dentre elas minha mãe esteve internada, e precisei me ausentar até do meu trabalho na Maricota Festeira. mas posso dizer que uma novidade eu não poderia passar em brancas nuvens.
Mariana finalmente decidiu desfraldar, e isso aconteceu de forma tão natural. Como disse minha mãe estava internada e Mariana ainda usava fralda (tentei desfralda-la desde 1 ano de idade, mas o tempo dela não era esse, e tive insucessos desde então... então resolvi deixar pra lá, e esperar ela escolher não usar mais fralda, sonhando que ela não chegasse aos 15 anos de fralda...), e como estava entre minha casa e hospital, esqueci de comprar fraldas pra Maricota, e ela ficou com a Tia Dalva, e sentiu subitamente vontade de fazer o número 2, e queria fazer na fralda, então a tia Dalva guardando a ultima fralda pra que ela dormisse, pensou: NÃO PODEMOS PERDER ESSA ULTIMA UNIDADE, e disse pra Mariana, vai pro vaso neném.
Foi o que ela fez, correu pro vaso e ficou durante uns 20 minutos se concentrando, e acabou conseguindo, a primeira pessoa que ela quis dizer a novidade, foi eu, que a essa altura estava no hospital com minha mãe, foi uma alegria só.
Hoje com 4 anos e meio, Mariana ainda usa fraldas, mas só a noturna, devido estarmos em pleno inverno euro-paraense (muita chuva 22°C), ela retém mais liquido.
Vou tentar falar pra vocês sobre o encontro da Mari com a avó no hospital, foi muito emociante pra ambas.

Arquivo Pessoal: Mariana desfraldou, que legal!!!

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

CORRIJAM seus filhotes

Arquivo Pessoal: Minha Nega Fulô em Alter do Chão - PA

 Não  tenham  medo  de  serem  firmes  comigo.  Prefiro  assim.  Isto  faz  com  que  eu  me  sinta  mais  seguro.  Não  deixem  que  eu  adquira  maus  hábitos.    Dependo  de  vocês  para  saber  o  que  é  certo  ou  errado.  Não  me  corrijam  com  raiva,  nem  na  presença  de  estranhos.  Aprenderei  muito  mais  se  me  falarem  com  calma  e  em  particular.  Não  me  protejam  das  conseqüências  de  meus  erros.  Às  vezes  eu  preciso  aprender  pelo  caminho  áspero.  Não  levem  muito  a  sério  as  minhas  pequenas  dores.  Necessito  delas  para  poder  amadurecer.  Não  me  estraguem.  Sei  que  não  devo  ter  tudo  o  que  peço.  Só  estou  experimentando  vocês.  Não  sejam  irritantes  ao  me  corrigirem.  Se  assim  o  fizerem,  eu  poderei  fazer  o  contrário  do  que  me  pedem.  Não  me  façam  promessas  que  não  poderão  cumprir  depois.  Lembrem-‐se  que  isto  me  deixa  profundamente  desapontado.  Não  ponham  à  prova  a  minha  honestidade.  Sou  facilmente  levado  a  dizer  mentiras.  Não  me  apresentem  um  Deus  carrancudo  e  vingativo.  Isso  me  afastaria  Dele.    Não  desconversem  quando  faço  perguntas,  senão  serei  levado  a  procurar  respostas  na  rua  todas  as  vezes  que  não  as  tiver  em  casa.  Não  se  mostrem  para  mim  como  pessoas  infalíveis.  Ficarei  extremamente  chocado  quando  descobrir  um  erro  em  vocês.  Não  digam  simplesmente  que  meus  receios  e  medos  são  bobos.    Ajudem-me  a  compreendê-los  e  vencê-los.  Não  digam  que  não  conseguem  me  controlar.  Eu  me  julgarei  mais  forte do que  vocês.  Não  me  tratem  como  uma  pessoa  sem  personalidade.  Lembrem-se  que  eu  tenho  meu  próprio  modo  de  ser. Não  vivam  me  apontando  os  defeitos  das  pessoas  que  me  cercam.    Isso  irá  criar  em  mim,  mais  cedo  ou  mais  tarde,  o  espírito  de  intolerância.  Não  se  esqueçam  que  eu  gosto  de  experimentar  as  coisas  por  mim  mesmo.  Não  queiram  ensinar  tudo  para  mim.  Não  tenham  vergonha  de  dizer  que  me  amam.  Eu  necessito  desse  carinho  e  amor  para  poder  transmiti-‐los a   vocês  e  aos  outros.  Não  desistam  nunca  de  me  ensinarem  o  bem,  mesmo  quando eu  parecer  não  estar  aprendendo.  Insistam  através  do  exemplo  e,  no  futuro,  vocês  verão em  mim,  o  fruto  do que plantaram.
Texto para pais, mães e avós.
e tio/tias.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

A saga do terceiro filho

Fonte: Revista Contigo

ORDEM DE NASCIMENTO DOS FILHOS
O 1º filho é de vidro
O 2º é de borracha
O 3º é de ferro

PLANEJAMENTO
O 1º filho é (em geral) desejado
O 2º é planejado
O 3º é escorregado

O TRATAMENTO (PELA ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS)
1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º – O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem idéia das circunstâncias em que chegaram à família

VESTIMENTA
1º bebê – Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê – Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê – As roupas para grávidas são suas roupas normais, porque você já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.

PREPARAÇÃO PRO NASCIMENTO
1º bebê – Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê – Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê – Você pede para tomar a peridural no 8º mês porque se lembra que dói demais.

GUARDA ROUPA
1º bebê – Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê – Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê – Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai! (será que vai mesmo?)

PREOCUPAÇÕES
1º bebê – Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê – Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho..
3º bebê – Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das criança.

CHUPETA
1º bebê – Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la..
2º bebê – Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê – Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece (vitamina B, de Bicho, of course!)

TROCA DE FRALDAS
1º bebê – Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê – Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê – Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro.

BANHO
1º bebê – A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê – A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê – É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.

ATIVIDADES
1º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc…
2º bebê – Você leva seu filho para a escola e olhe lá…
3º bebê – Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure,e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol…

PASSEIOS SEM O BEBÊ
1º bebê – A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança porque na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê – Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada.
3º bebê – Você manda a empregada ligar só se ver sangue.

EM CASA
1º bebê – Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê – Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou brincando de supermam com o bebê, amarrando uma sacola do supermercado no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche.
3º bebê – Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.

ENGOLINDO MOEDA
1º bebê – Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê – Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê – Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.

sábado, 9 de julho de 2016

Ciúmes na Infância

Arquivo Pessoal: Mariana e Gabriela, primeiro encontro, Mariana não quer interagir com a nova amiguinha.

Assim como os adultos, as crianças também passam por aqueles momentos em que se sentem excluídas, menos amadas, menos bonitas. O motivo? Geralmente, é o ciúme. "Por que você deu o pedaço maior do bolo para ele?". "Por que você vai brincar com outro amigo e não comigo?". "Por que o outro está recebendo elogios e não eu?". Esses são alguns dos questionamentos que os pequenos fazem quando estão com ciúmes.
Minha filha nunca teve que competir com alguém a atenção, que ela julgava ser apenas dela, mas o dia chegou e não foi bem legal, o ciúme da filha do namorado. Em um desses encontros que nos damos para conhecer uns aos outros, finalmente conheci a filha caçula do namorado, e resolvemos apresentar a Mariana, e esperando que fosse como foi, eu mesma fiquei bastante envergonhada com as atitudes estranhas da Mariana, nunca tinha visto tais reações e fui pesquisar, tive aulas de psicologia infantil na faculdade, mas precisava relembrar, e lá fui eu ler um pouco sobre o assunto e achei algumas coisas em alguns sites, sobre como lidar com esse "reizinho na barriga".
Lendo por ai especialistas dizem que nessas horas, a melhor atitude que os pais podem tomar é a do carinho e da conversa. "O ciúme é um sentimento provocado pela insegurança e pelo desejo de posse. A criança tem medo de perder o que conquistou. Para lidar com essa questão o diálogo dever ser sempre direcionado para que a criança entenda que nada será tirado dela", explica Quézia Bombonatto, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia. 

Arquivo Pessoal: Mariana brinca com os brinquedos da Gabriela, mas por ciúme não interage.
E no caso da Mari, é importante demonstrar que, assim como há momentos em que eu e seus avós cuidarão dela, e a Gabriela (a garotinha linda das fotos), tem seus pais pra cuidarem dela, e que ela fará parte da nossa vida a partir de então. E haverá aqueles em que os dois receberão cuidados e atenção dos pais, tios ao mesmo tempo. O importante é esclarecer que o amor que os pais têm pelos filhos não significa dar atenção exclusiva a eles.
Arquivo Pessoal: Mariana interagindo com a mamãe da Gabriela, ciúme inclusive da mãe da bebê.
No caso de separação (no meu caso não tenho o pai da minha filha ao lado, devido ele ter morrido), a solução mais eficaz é agir com naturalidade, o que eu tive um pouco de dificuldade, mas o que diz a especialista. "Acolha a criança sem mimá-la. Separações e novos relacionamentos após separações são fatos cada vez mais corriqueiros. Lidar com naturalidade com isso fará com que a criança também aja dessa forma", afirma Quézia Bombonatto, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Lembre-se: as crianças aprendem muito por imitação e espelham nossas atitudes.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Então é Natal

Arquivo Pessoal: Natal na Escola

Todos que me conhecem, também sabem do pânico que Mari tem do bom velhinho... então nas festas de Natal, evitamos as filas para fotografar com o Papai Noel, porque só de imaginar se aproximar dele, ela se tem ataques de ansiedade, sensações de desmaio, e tremor, e convenhamos, para que forçar??? é para alimentar o ego dos pais ou tornar um encontro agradável para a criança????

Pedir presentes e escrever cartas é fácil, mas quando tem que enfrentar o Papai Noel frente a frente, nem toda criança gosta e algumas até têm medo do bom velhinho. A roupa vermelha, a barba branca e o 'ho-ho-ho' assustam muitos pequenos que preferem olhar só de longe e algumas vezes até choram de medo.

A minha pequena só não teve medo do cara da barba branca, quando tinha 6 meses (em seu primeiro Natal depois da vida intra-uterina), depois disso foi cultivando um pavor sem proporções lógicas, entretanto aceitáveis para a idade dela, e lendo por aí, vi que o que pensava acontecer só com ela, é mais normal que o ato de beber água.

Todo mundo tem medo de algo. Este sentimento pode ser compreendido de várias maneiras. A primeira delas é que tememos aquilo que de alguma forma nos ameaça verdadeiramente. Por exemplo, o de cobras. Temê-las é sábio e protetor.

Alguns medos fogem a esta lógica, como a de alguns insetos como a barata. Mesmo sendo maiores e mais fortes que a bichinha, fugimos dela. Muitas vezes, por não podermos evitar o objeto temido, uma pessoa, por exemplo, deslocamos o sentimento para algo que podemos nos esquivar.
Um dos mais poderosos é o medo daquilo que não compreendemos ou não conhecemos. Eles vêm carregados de fantasias que geralmente lhes dão força – o temor à morte é um deles. Assim como o de figuras fantásticas que povoam nosso imaginário, como bruxas e fantasmas.
As crianças são as campeãs neste quesito. Temem várias coisas que parecem simples ao olhar do adulto. Isso porque ele se esqueceu de que em sua infância seus sentimentos eram parecidos. A pouca compreensão que elas têm das coisas e o pensamento fantástico característico desta época da vida, facilitam o surgimento de tais medos. Com o amadurecimento e a ampliação do entendimento das coisas, tendem a diminuir e a desaparecer.
Por exemplo, elas temem o escuro, os trovões, o mar, dormir sozinhas e de muitas outras coisas. Como é o caso de certos personagens que, a princípio, foram criados para diverti-las ou encantá-las. Um deles anda por aí, pelos centros de compras, ruas e nossas casas. O outro, também muito comum, vive aprontando nos circos.
Sim, é muito comum os pequenos terem medo dos palhaços e do Papai Noel. A explicação inicial é fácil: a aparência deles, por si só, é assustadora. O palhaço é extremamente caricato: sua boca, olhos e nariz costumam ser grandes e, por vezes, assustadores. Alguns têm aparência triste e são um tanto quanto malandros. Lembro-me de um trocadilho de infância, que de certo modo pode assustar: “E o palhaço o que é? É ladrão de mulher!”.
O Papai Noel também tem algo em sua aparência que costuma assustar os menores: sua enorme barba. É um personagem associado ao poder de julgar os outros, dando-lhe prêmios ou não. Se o garoto foi bonzinho pelo ano, o presente de Natal está garantido. Do contrário, ele não será presenteado. É um juiz, lembrando um pouco a figura de Deus – geralmente retratado como um velhinho de barbas brancas, que nos levará para o céu caso tenhamos boas condutas na vida.
Para as crianças, cujo aspecto físico costuma impressionar e a ideia de castigo também, lá vem o comportamento de evitá-lo de modo a protegê-las de figura tão poderosa.
O que fazer para amenizar esses medos? Não muita coisa. Até porque vivemos muito bem longe de palhaços e Noel (apesar do último estar pipocando pela cidade). O importante é dar-lhes elementos para que pouco a pouco possam vê-los de maneira diferente. Sem que sejam forçados a se aproximarem deles ou que sejam usados como figuras de punição.
Muitos adultos, para controlar o comportamento da criança, dizem que vão falar para o Papai Noel e que não ganhará presente. Ou que o palhaço (aproveitando seu medo) virá pegá-la se não se comportar.
Com o amadurecimento, esses medos tendem a desaparecer. Caso contrário, muito provavelmente se transformaram em objetos de deslocamento ocultando outro medo. Como é o caso da simpática baratinha. Mas só a dos desenhos. 

Curta as festas de fim de ano e não deixem seus filhos ficarem aterrorizados com o fato de serem forçados a algo que não querem...

BOAS FESTAS A TODOS.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Filha com vergonha alheia

SAM_1548
Arquivo Pessoal: Pequenas férias em Santarém... Mari a Beira da piscina

Mari acabara de completar “Tlês” anos, e já sofre de vergonha alheia, então a partir de agora só posso postar algo dela, quando ela der o aval, ontem fui postar um vídeo em que ela andava de bicicleta, e a mesma não gostou, chorou, pediu para que eu desligasse o celular, que acabasse a bateria, pediu pelo amor de Jesus (sério, não sei com quem aprendeu), eu não sei como, e quem ensinou tal comportamento, então resolvi que vou maneirar nas fotos e vídeos, mamãe coruja com filha tímida dá nisso.
Agora as fotos que ela quer que eu post, sejam as que ela aprovar, as que ela faz pose para tirar, e se não for dessa forma, ela abre o berreiro, sai correndo e começa a chorar… então como sempre disse ela é uma outra pessoa, diferente de mim, com gostos diferentes dos meus, mesmo com sua pouca idade, mostra claramente do que gosta, e o que não fica legal, já escolhe o próprio estilo.

domingo, 19 de outubro de 2014

Mamain pinta o "cicu"

Mariana tem me colocado em cada "sinuca de bico" e hoje foi um dos dias que fiquei batendo cabeça.
Como todos sabem a Mari está aprendendo a falar frases, entre as frases ela sai com essa:
- Mamãe pinta o "cicu"!
Eu prontamente escrevi o número 5
E ela começou a chorar e repetiu:
- Não mamãe,  pinta o "cicu"!
Escrevi novamente o número 5 e ela chorando copiosamente virou para a vó:
- Vovó, pinta o "cicu"
E a vovó decifrou desenhando um círculo e ela continuou com o ar de alívio:
- pinta o "quadado"
- pinta o "tiangu"

E eu com cara de lesa...

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

[Momento Pimentinha] dorme mamãe!


Depois que chegamos aos 2 anos, a Mari tem nos arrancado boas gargalhadas, a última das peripécias dela e a que eu me controlo bastante pra não espichar de rir na frente dela, é quando vou chamar a atenção dela, depois de uma peraltice:
- Mariana, porque você jogou sua boneca pela janela?
- Mamãe, dóme (fecha meu olho), oh! mamain domindo!

Ou então, quando ela precisa tomar um medicamento (ultimamente está tomando anti histaminico):

- Vamos filha, tomar remédio?
- Socol, vovó, socoool!