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terça-feira, 24 de junho de 2014

Pra que time torcer???

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Todo mundo está careca de saber que eu torço para o Paysandu, e colocava camisa na minha pequena, e aqui em casa eram 3x1 (meu pai era o único remista – arqui rival do papão), mas eu como mãe tentava puxar minha filha pelo mesmo gosto futebolístico… em vão, prestes a completar 24 meses (2 anos), meu pai a presenteou com esta camisa do time do coração DELE… e para minha surpresa ela gostou, como se não bastasse, ela sempre que ouve fogos, vira pra mim e diz: “Ohh, Leiau!”

Já fiz de tudo para que minha filha torcesse pelo Paysandu, até ameacei tirar a “Tetê” (ela ainda mama.) se ela não falasse Papão, e vocês acreditam que ela chorou muuuito, mas não disse o nome do meu time??? então lembrando da premissa que os filhos não são nossos, são da vida, deixo claro que não vou mais chantageá-la, nem insistir, deixarei que ela mesmo escolha para quem torcer…

minha filha é remista… :(

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Segundo aniversário da pimentinha

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Então chegamos a marca de 24 meses, então não queria passar em branco essa data, fiz tudo que estava ao meu alcance, mas inicialmente não estava nos planos fazer uma festança (como não foi), devido os últimos acontecimentos, mas como eu sei que meu irmão queria tanto que esse aniversário acontecesse, sonhava come ssa festa, e o tema mais uma vez foi escolhido por ele, e sabe, me sinto tão bem que atendi ao pedido dele mais uma vez (o primeiro aniversário ele que pediu que fosse o MÁGICO DE OZ).

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Minha pequena ainda sente falta dele, e no dia do aniversário dela, ele se fez presente, e tenho certeza que pra ele foi muito doído ter que vê-la e não poder carregá-la como ele sempre fazia, foi triste não poder brincar com ela, como era de costume fazer, ou então colocá-la para dormir no colo dele, mesmo com as dores na costa que teimavam em tirar o sorriso do rosto dele. Então nós nos propusemos a fazer a festa na escola para as pessoas com quem a Mari tem convivido há 5 meses.

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Foi uma festa simples, mas bonita, poucas crianças (algumas estavam doentes), mas foi especial, porque aquela festa era o ideal de uma pessoa que sempre deixou claro que amava a pimentinha mais do que a si próprio, que tudo que ele comprava, 95% era pra ela.

Agradeço a Tia Cassiele, e as mamães que enviaram seus filhotes (inclusive meu agradecimento mais que especial vai pra ALINE MOTA, que mesmo com a filhotinha em casa, teve o carinho em enviá-la para a escola para curtir o aniversário da coleguinha de sala, foi muito bom vê-la…

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Obrigada a todos.

E que venham mais anversários que a mamãe prepara…

Filha PARABÉNS!!!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

O tal “terrible two”

Lendo sobre o assunto eu fiquei horrizada, mas sabe, bem que eu vejo muitas mães por aí sofrendo disso, e eu, tenho certeza que passarei por tal fase, até PIOR… porque a minha pimentinha tem o mesmo gênio que o meu, e definitivamente pode ser que ela apronte piores que eu, segue a matéria da Manuela Macagnan que foi publicada em 29.02.2012
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O seu bebê era um verdadeiro anjinho, mas está chegando perto dos 2 anos e parece estar encapetado? Acredite: você não é a única que passa por isso
O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.
1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?
A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.
2. Esse comportamento é comum em qual idade?
Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.
3. Existe alguma causa?
A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.
4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?
Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.
5. Todas as crianças passam por isso?
Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.
6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado e o shopping?
Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.
7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?
Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.
Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.
8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?
Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.
Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

terça-feira, 3 de junho de 2014

24 meses (tão sonhados 2 anos)

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Chegamos a marca de 2 anos, e como todo mundo previa, o tal “terribles two” chegou com força total, mas eu já vivenciava essa etapa da vida da Mari, desde quando ela completou 1 ano e meio, ela estava ligada na tomada o dia inteiro, e contrariada já dava sinais de descontrole (tanto ela quanto eu).

Vamos as novas:

1. fala partes do corpo que não falava antes, como CABELO, ORELHA;

2. Reconhece a quem pertence cada objeto da casa (inclusive tudo ela acha que é meu);

3. Se joga no chão quando contrariada;

4 Já come sozinha, já bebe agua sozinha;

5. Tem um gênio forte (dizem que os geminianos são pessoas decisivas, ela é assim, sempre tenta fazer prevalecer a vontade dela, mesmo com birra);

6. Gosta de assistir a missa, até diz AMÉM, quando o padre acaba de rezar;

7. Gosta de animais, e quer agarra a todos igual a Felícia do Tiny Toons);

8. Tem preferência por futebol desde pequena, e quando vê um jogo sempre grita GOL ou “BAZIL”;

9. Gosta de viver perigosamente, sobe e desce escadas e móveis, e não satisfeita ainda fica rodando até perder o equilibrio quando está em cima da mesa, da cama, ou qualquer lugar alto;

10. Sempre quando faz uma gracinha, faz uma careta como se quissesse dizer: VIU O QUE FIZ?