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quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Direito a Creche

           Olá minha gente, estive fora do ar, por conta de estar cuidando dos filhos, e não tive nem cabeça pra escrever aqui nesse diário. 
           Pois bem, As matrículas na rede de ensino pública começaram e eu nem imaginava que ia ser uma via crucis tremenda, tenho dois filhos e como disse minha batalha se iniciou quando fui procurar uma nova escola pros meninos, a minha filha indo pro 6º ano e meu segundinho entrando pro mundo das letras, então chegou dezembro e já fui logo a instituição de ensino pra entrar na fila de espera (uma que fosse próxima a minha residência), e pensei tomara que não seja muito difícil, e fui lá dei o nome da mais velha e todos os meus dados, até aí me pareceu fácil, a propra secretária disse que no período da confirmação eu deveria levar os documentos necesários, enfim, 2024 começou e com ele já estava com a ressalva da escola particular que minha filha estudava (desde que começou a estudar meus pais pagavam a educação dela), e entreguei todas as cópias necessárias. 5 dias depois confirmei a matrícula da mais velha, UFA!
        Agora abrira matrícula pro caçula, e o que achei que fosse rápido e fácil como foi da filha mais velha que está em uma escola estadual (detalhe muito significativo), o menorzinho iria para a Escola Municipal, e aí começou o meu calvário.
        No dia que abriu a matrícula pela internet, em 1 minuto da abertura, não deu tempo nem de colocar o meu nome completo com o meu CPF, já não tinha mais vaga pro meu filho, só para distritos longe da minha casa, o que não valeria a pena, porque eu moro no centro da cidade e o CMEI que tinha a bendita vaga ficava 1h30min de onde moro, e só pra deixar ele lá, voltar e depois retornar pra ir buscá-lo não valeria a pena, então lá fui eu me informar na internet (porque sou brasileira, não desisto nunca, apesar de inúmeras negativas), e achei duas matérias sobre o assunto:
Creche (0 a 3 anos)
Apesar de ser uma etapa da Educação Básica não mais ligada à Assistência Social, a Creche não é obrigatória no Brasil, uma vez que a faixa etária cuja matrícula em uma unidade de ensino é obrigatória para as crianças vai dos 4 aos 17 anos.
Em 2017, segundo dados do IBGE, apenas 34,1% das crianças dessa faixa etária estavam matriculadas em creches. No entanto, por se tratar de um direito constitucional  assegurado às famílias, o poder público é obrigado a garantir vaga se há demanda. Dessa forma, se a criança não frequenta uma creche por falta de vaga, os pais podem e devem acionar o conselho tutelar,que acionará a rede municipal de ensino para garantir uma vaga em unidade próxima da residência ou local de trabalho dos responsáveis – importante ressaltar: não necessariamente aquela da preferência da família.
Vale lembrar que a qualidade da Educação ofertada na Creche deve estar de acordo com as diretrizes da Política Nacional de Educação Infantil e atender os parâmetros nacionais de qualidade que constam no Plano Nacional de Educação (PNE) e seguir as determinações da Base Nacional Comum Curricular para a Educação Infantil. Caso isso não ocorra, os pais devem informar os órgãos responsáveis do sistema municipal de ensino e o conselho municipal de direitos da criança e do adolescente. Site todos pela Educação
ARQUIVO PESSOAL: lista que me mostraram no CT
        E a outra matéria era no site que explica que o Conselho Tutelar é garantidor desse direito do meu filho, então lá fui eu procurar o direito dele, sim, em uma manhã acordei peguei um uber moto, e fui até o conselho, mas não sabia que tinham zonas de atendimento, pois é, cada bairro tem um ponto de CONSELHO TUTELAR com cobertura de seu bairro e sabe o que é mais engraçado? o CT perto do seu endereço cuida de outra área, e eu não sabia, nesse dia fui no conselho mais próximo da minha casa, e pasmem não era lá e me indicaram ir até o conselho da marambaia, e adivinhem também não era lá, e me mostraram uma plaquinha (essa plaquinha do lado), e lá constava que a área de abrangência do meu bairro ficava em outro bairro distante, o CT8 - DABEL na Rui Barbosa (sim minha gente, eu andei em 3 conselhos tutelares e só no terceiro eu achei o que cuidava da minha área),
mas eu achando que ia dar tudo certo, fui... mas como pobre só se ferra, achavam que ia acabar??? nananinanão... Aí sim deu início a minha via crucis. Primeiro que o posto estava vazio, sim vazio, foram eleitos 4 conselheiros e nenhum estava lá (pausa para uma informação, eu sei como funciona um CT, porque meu pai foi conselheiro tutelar por dois mandatos) nunca o posto poderia ficar vazio e só estava lá o segurança do lugar, e mais, um CT tem que funcionar por 24h, o conselheiro tem que ficar de sobreaviso, e adivinhem eles não ficam (mas esse assunto é pra outro post).
            O conselheiro que deveria estar no posto, estava doente, então tiveram que deslocar um até lá, e me deram um chá de cadeira valendo, porque o Conselheiro Breno estava em diligência de resgate de uma menor, e como é de meu interesse colocar meu filho em uma creche, me sentei esperei, meu filho estava com o pai, enquanto eu estava lá tentando desenrolar esse meio de campo.

ARQUIVO PESSOAL: saída do conselho tutelar VII, já exaista de ser enviada de um canto a outro

        Quando o Sr. Breno chegou, ele ainda tentou me convencer que não ia adiantar fazer porque não há mais vaga, seria complicado criar uma vaga pra meu bebê, então eu disse pra ele, então o estado construa uma nova creche, mas meu filho vai estudar, é direito dele, então foi aí que consegui que ele pegasse meus dados pra fazer um ofício provocando a SEMEC (Secretaria Municipal de Educação).
        Depois de quase 5h, até a coleta de dados, ouvi que ele tentaria, sim, foi o que me foi dito, hoje, desde o dia 19 de janeiro, não obtive uma resposta da SEMEC, se não me responderam a provocação vou partir pra ação judicial.







domingo, 19 de janeiro de 2020

NOVIDADE: Mudança de escola

Arquivo Pessoal: 3x4 para a escola
Mari mudou duas vezes de escola, esta é a 3ª vez, a primeira mudança foi por motivo de logística, eu trabalhava ao lado da escola pra qual mudei ela, não vou falar o nome dela porque foi a pior das experiências da minha vida... ela sofreu bullying por ser espontânea, falante, negra, por ter cabelo cacheado, e por não ter o uniforme (eu não comprei o uniforme devido atraso no meu salario, e até fui demitida da empresa, mas isso é um outro assunto), ela passou 6 meses na escola, e ao fim do 3 mês dentro da escola nova, ela simplesmente chorava pra não ir mais, chorava de soluçar, eu não conseguia vaga em outra escola, e tive que deixar minha filha sofrendo o preconceito sem saber o que fazer.
até que precisei me ausentar, por problemas médicos, meu pai, não aguentou ver a neta (a quem ele chama de filha) passar por tanta humilhação (acreditem, nós fomos varias vezes a escola pra tentar resolver e nada foi feito...), voltou a escola anterior da minha filha e pediu que a diretora deixasse ela voltar (mesmo sem vaga).
A Diretora Pedagógica (Salime) da escola, com todo amor do mundo, abriu uma vaga na sala apertada que a Mariana estudava antes de sair do CEAI (essa escola eu juro vou guardar pro coração), quem for de Belém-Pa e quiser colocar seu bebe em uma escola, SUPER INDICO.
Mariana estudou mais 2 anos lá (como se não tivesse saído).

2020 CHEGOU, Mari vai para o segundo ano do ensino fundamental, eu tenho planos de sair do Estado (mais mudanças chegando...), meu pai que me ajuda na criação dela, disse, vamos pensar direitinho onde vamos colocar ela, tem que ser perto de casa, então já estamos OFICIALMENTE MATRICULADAS em uma escola perto (ainda não direi o nome, e caso ela seja boa, venho colocar minhas considerações.

Nos desejem sorte.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Formatura da Mariana

Um pouco do que foi a festa da turma da nossa pequena pimentinha, e uma despedida da escola antiga e do mundo dos bebês.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

CORRIJAM seus filhotes

Arquivo Pessoal: Minha Nega Fulô em Alter do Chão - PA

 Não  tenham  medo  de  serem  firmes  comigo.  Prefiro  assim.  Isto  faz  com  que  eu  me  sinta  mais  seguro.  Não  deixem  que  eu  adquira  maus  hábitos.    Dependo  de  vocês  para  saber  o  que  é  certo  ou  errado.  Não  me  corrijam  com  raiva,  nem  na  presença  de  estranhos.  Aprenderei  muito  mais  se  me  falarem  com  calma  e  em  particular.  Não  me  protejam  das  conseqüências  de  meus  erros.  Às  vezes  eu  preciso  aprender  pelo  caminho  áspero.  Não  levem  muito  a  sério  as  minhas  pequenas  dores.  Necessito  delas  para  poder  amadurecer.  Não  me  estraguem.  Sei  que  não  devo  ter  tudo  o  que  peço.  Só  estou  experimentando  vocês.  Não  sejam  irritantes  ao  me  corrigirem.  Se  assim  o  fizerem,  eu  poderei  fazer  o  contrário  do  que  me  pedem.  Não  me  façam  promessas  que  não  poderão  cumprir  depois.  Lembrem-‐se  que  isto  me  deixa  profundamente  desapontado.  Não  ponham  à  prova  a  minha  honestidade.  Sou  facilmente  levado  a  dizer  mentiras.  Não  me  apresentem  um  Deus  carrancudo  e  vingativo.  Isso  me  afastaria  Dele.    Não  desconversem  quando  faço  perguntas,  senão  serei  levado  a  procurar  respostas  na  rua  todas  as  vezes  que  não  as  tiver  em  casa.  Não  se  mostrem  para  mim  como  pessoas  infalíveis.  Ficarei  extremamente  chocado  quando  descobrir  um  erro  em  vocês.  Não  digam  simplesmente  que  meus  receios  e  medos  são  bobos.    Ajudem-me  a  compreendê-los  e  vencê-los.  Não  digam  que  não  conseguem  me  controlar.  Eu  me  julgarei  mais  forte do que  vocês.  Não  me  tratem  como  uma  pessoa  sem  personalidade.  Lembrem-se  que  eu  tenho  meu  próprio  modo  de  ser. Não  vivam  me  apontando  os  defeitos  das  pessoas  que  me  cercam.    Isso  irá  criar  em  mim,  mais  cedo  ou  mais  tarde,  o  espírito  de  intolerância.  Não  se  esqueçam  que  eu  gosto  de  experimentar  as  coisas  por  mim  mesmo.  Não  queiram  ensinar  tudo  para  mim.  Não  tenham  vergonha  de  dizer  que  me  amam.  Eu  necessito  desse  carinho  e  amor  para  poder  transmiti-‐los a   vocês  e  aos  outros.  Não  desistam  nunca  de  me  ensinarem  o  bem,  mesmo  quando eu  parecer  não  estar  aprendendo.  Insistam  através  do  exemplo  e,  no  futuro,  vocês  verão em  mim,  o  fruto  do que plantaram.
Texto para pais, mães e avós.
e tio/tias.

domingo, 31 de julho de 2016

DICA: Visitando um RN, lembre-se.

Arquivo Pessoal: Mariana com 5 horas de vida.

Vai visitar um recém-nascido? Uma dica: quem precisa dos seus mimos e cuidados não é o bebê. É a mãe.
Sempre que nasce um bebê, socialmente espera-se que as pessoas vão até a casa da família para visita-lo. Porém, muitas vezes isso se torna um grande problema. A empolgação é tanta para conhecer a criança, que quase todos se esquecem de alguém muito importante, que provavelmente está extremamente cansada, sedenta por coisas simples como um banho longo, ou uma refeição completa.
Neste post, vou listar algumas sugestões para que a sua visita seja bem vinda, e principalmente para que a sua presença não se torne um estorvo da qual ela gostaria de se livrar:
- Leve comida. Uma refeição congelada, uma torta, um bolo, frutas, castanhas... Esqueça as roupinhas de bebê. Uma refeição para o jantar será muito mais útil neste momento.
- Seja pró-ativo. Tem louça na pia? Lave. Tem roupas sujas? Lave. Se a sua intimidade com a família permite, faça.
- Se o bebê dormiu, pergunte gentilmente a mãe se ela deseja tomar um banho, dormir, ou comer, e se ofereça para olhar o bebê para ela enquanto isso.
- Sempre avise antes de chegar. Muitos momentos não são uma boa hora para visitas.
- Seja breve. Se você não estiver ajudando de alguma forma, 15 minutos é o tempo ideal para conhecer o bebê e ir embora.
- Fale baixo, principalmente se o bebê estiver dormindo. E jamais, (jamais) peça para acorda-lo.
- Se possível, não leve crianças pequenas.
- Não pegue o bebê no colo se a mãe não oferecer.
- Não se ofereça para dar banho ou trocar fralda do bebê. Deixe essas funções para a mãe, e vá cuidar da casa enquanto isso, claro, a não ser que ela mesma peça.
- Vá de banho tomado, sem perfume, e lave bem as mãos assim que chegar.
- Guarde os palpites para você caso a mãe não te peça ajuda.
- Raramente uma mãe espera receber visitas antes do primeiro mês de vida, então acalme a ansiedade e espere mais um pouquinho até que a rotina da família esteja um pouco mais organizada.
Arquivo Pessoal: Ana Luiza priminha linda da Mariana quando era RN.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Acredita, Não é uma mãe má

Arquivo Pessoal: Mariana no It Center curtindo um pouco da piscina de bolinha

 Você não é má mãe porque impõe uma hora de ir para a cama.
Porque não concorda que, o teu filho passe o tempo diante de uma televisão assistindo desenhos animados horas a fio.
Porque, na maior parte dos dias, você não consegue chegar a tempo de brincar com ele tanto tempo quanto gostaria.
Porque não compra todos os bonecos que ele te pede na loja.
Não é má mãe quando a paciência se esgota e tem de respirar fundo cinco vezes antes de voltar a falar.
Quando chega em casa e não sabe como vai arrumar energia para fazer tudo aquilo que te espera.
Quando às vezes se lembra do tempo sem filhos e sente alguma nostalgia.
Se questiona; quando caminha mesmo quando não se tem certeza, porque defende aquilo em que acredita, quando toda a gente te diz que precisa de ter calma, relaxar, quando tem dúvidas, quando não tem todas as respostas, porque os teus filhos deixaram de te contar tudo e os amigos deles sabem mais da vida deles que você, quando tem medo, quando não sabe que caminho seguir.
Não é má mãe porque os teus filhos fazem coisas que nunca imaginou, se o teu filho tem pior notas do que deveria
(nem ele é mau filho por isso). Quando ninguém compreende as tuas opções, porque insiste que as crianças têm de ter rotinas,
porque deixa crescer a pilha de roupa para passar, quando decide que precisa de um tempo para você, quando o teu cérebro está tão cansado que só ouve trinta por cento do que o teu filho te diz mas faz um esforço para absorver tudo.
Você não é perfeita.
É mãe e esse é o maior, melhor e mais duro trabalho do mundo.
Vai ter dias ótimos e vai ter dias terríveis. E vai ter dias que se repetem com poucas mudanças. Aproveita-os porque as crianças crescem numa velocidade.
E isso significa que terá sempre oportunidade de melhorar, de mudar.
Nunca será aquilo que sempre imaginou mas acredita que é tudo aquilo de que os teus filhos precisam. Com todas essas “falhas”. Eles te amam exatamente como é.

E não há nada melhor neste mundo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Como ser uma criança organizada

EQuem me conhece sabe que não sou nem de longe a mulher mais organizada, mas tento ao máximo, e é por isso que estou lendo muito, estudando bastante, tenho uma desorganização interna que reflete até no meu quarto...
Acho que até essa desorganização está atingindo a minha convivência com a minha filha, que está virando uma mini acumuladora como eu, compartilho com ela meu quarto na casa dos meus país (tenho meu apartamento, mas precisei deixar esse plano de morar sozinha para outra vez, depois do falecimento de meu único irmão (tem postagens sobre o assunto).
Li no jornal O LIBERALZINHO (domingo, 11 de janeiro de 2015) a matéria que foi entitulada com o mesmo nome deste post, e resolvi transcrever para ajudar outras mamães que tem o mesmo probleminha que eu tenho.


Algumas crianças nascem com mais propensão a ordem, outras tem uma pequena tendência à bagunça, que também faz parte da infância. Mas noções de espaço e arrumação começam em casa, afirmam os especialistas, e cabe aos pais ajudar aos filhos a descobrirem que é legal manter arrumado aquilo que lhes pertence.
Desde cedo, os pais devem atentar que as noções mudam-se acordo com a fase do desenvolvimento da criança, porém o objetivo é sempre o mesmo: mostrarque os filhos podem e devem cuidar de seus espaços e pertences, como brinquedos, material escolar e roupas, por conta própria.
E tem mais, dizem os psicólogos: toda criança pode entrar no ritmo de organização da casa, desde que veja a mãe e o pai agindo de acordo com o que pedem. O importante de envolver a criança no processo de organização é tornar aquilo muito natural para ela, como parte de seu dia-a-dia.
É importante também que os pais tirem desde cedo o estigma machista de que só a mulher arruma a casa: meninos e meninas devem saber que têm tarefas, independente do sexo.
Com um pouco de criatividade e consistência, os pais podem ensinar os filhos a serem organizados.

Estabeleça limites
Saiba o quanto cobrar do seu filho, e até onde permitir. É importante que seu filho tenha um mínimo de organização e disciplina no seu quarto, com as coisas do restante da família. Mas todos os excessos não são bons, então pegar no pé dele com um perfeccionismo exagerado não é o melhor caminho.

Ajude a planejar a organização
Uma boa dica de organização é planejar antes que tipos de materiais e objetos serão necessários para cada tipo de tarefa. Por exemplo, se a ideia é organizar a bagunça do quarto, sugira que seu filho use caixas organizadoras, para guardar livros, brinquedos e miudezas. Assim a tarefa fica mais fácil.

Mostre como arrumar
A partir dos dois anos de idade, as crianças já podem ajudar em algumas tarefas domésticas. Já com oito anos elas são capazes de fazer tudo sozinhas. Então, incentive seu seu filho desde cedo a criar hábitos responsáveis dentro de casa não será uma obrigação para ele, será algo natural é prazeroso.

Estabeleça uma rotina
É importante que os limites sejam bem claros, e que isso faça parte da rotina diária. Assim, estabeleça o horário de dormir, tempo do banho, tempo para ficar no telefone, ver Tb, ficar no computador, jogar videogame - e no caso de filhos adolescente, o horário que eles têm que chegar em casa das baladas e festinhas.

Você é o modelo
Se você não é organizado e deixa tudo jogado pela casa, não vai adiantar pegar no pé de seu filho para que ele faça as coisas de um jeito diferente - pois tanto a criança quanto adolescente veem nos pais como o principal exemplo para suas vidas. Faça também a sua parte querer filho se espelhará em você.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Primeiro dia de Aula

indo para a escola...
Que dia mais feliz… opa, péra… PROFESSORA NOVA!!!
A Mari continuou na mesma escola, ela já é adaptada, os mesmo coleguinhas (os pais destes coleguinhas se tornaram amigos, e pensaram que seria melhor todos ficarem por conta da mudança de professora, quem sabe eles vendo as mesmas carinhas, não sentissem tanto a mudança), a nova professora não é estranha nem para os pais e nem para as crianças, até porque a sala para qual a Mari foi é ao lado da antiga, e semrpe que podia a “Tia” Karla, passava por lá e falava com cada um deles… mas uma coisa é falar com eles, outra é conviver, então veio o medo do novo (eu sou aversa a isso, diferente de muitos que adoram renovar, viver o novo, eu tenho pânico, e acabo transmitindo erradamente para minha filha isso).
Primeiro dia de Aula, tudo começou como no ano passado, eles com medo, chorando muito, e nós dentro de sala de aula… Então a professora Karla se apresentou, e pediu para que nós não entrássemos na sala no dia seguinte, eles precisavam se conhecer, aí lá veio aquela sensação de pavor, mas sabe que inicialmente foi um chororô (a Mariana sempre chora quando eu a deixo, mas depois ela está calma), depois tudo se ajeitou.
O medo mesmo era o apego que tivemos a professora do ano passado, tanto apego que nós a homenageamos pela carinho que ela teve com nossos pequenos, a colocamos no nosso grupo de pais no WHATSAPP, e ontem ela se despediu do grupo, agradecendo o carinho e pedindo paciência com a outra professora… enfim PROFISSIONALISMO E MUITA ÉTICA.
Como havia falando, NÃO ERREI COM A ESCOLA QUE ESCOLHI… e aos papais que lêem meu blog, pensem, andem, e façam a escolha certa. A escola é a segunda casa dos nosso filhos, então porque não escolher a melhor?

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Desenhos educativos…

Nesse período de férias, Mariana tem ficado em casa, e em Belém temos apenas duas estações do ano bem latentes (dias de muita chuva, e dias de pouca chuva), temos ficado em casa direto, a semana inteira eu tenho ido trabalhar na Maricota Store (loja física dos meus personalizados), ela fica com a minha tia, que quando não brinca com ela, a coloca para assistir televisão, e tenho notado uma modificação nos gostos pelos desenhos, antes o vídeo mais amado era MPBABY

cigarra centopeia abelha

Este é um desenho que só toca cantigas de roda, mas existe a coleção com músicas famosas, desde pink floyd até Sinatra, passando por ritmos como forró e country, ela amava assistir, mas depois foi enjoando, até largar de vez, usei muito quando ela tinha 4 meses, para fazê-la dormir, até porque as cantigas eram em tom suave como se fosse voz e violão.

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Então veio a tão amada e odiada, a Galinha Pintadinha, que também vinha com músicas com cheirinho de infância, com gostinho de quero mais, ficou durante 1 ano e meio em três volumes, minha filha assistia tanto, mais tanto, que chegou a um ponto que ela chorava quando repetia a música que ela ouvira há minutos atras… foi nesse momento que ela foi perdendo espaço para a porquinha Peppa, que ainda é sensação em casa, mas como tenho poucos capítulos (sempre baixo da internet e coloco em um pendrive para que ela possa assistir tanto em casa, quanto no carro) ela tem ficado com dor de cabeça com os oincs, oincs… ainda não enjoou, porque vez ou outra baixo um capítulo novo para sossegar o coração da pequenina!

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As duas novas companheiras da Mari são: “Peg + Gato” e “O show de Luna”.

O desenho “Peg+Gato” eu gosto porque a personagem ensina a criança através das aventuras que ela vive, problemas matemáticos, eu como não gosto de matemática, acho uma mão na roda pra introduzir essa matéria tão aterrorizante na vida escolar de muitas crianças… Quando nervosa ela conta em ordem decrescente, e quando quer solucionar um problema ela faz somas diferentes para chegar em resultados iguais… acho demais, porque minha filha que tem apenas 2 anos e 7 meses, tem repetido na prática as somas, e subtrações… hoje baixei um capítulo que a Peg confere com números pares… e a Mari prontamente já repetiu.

Já o desenho “Show de Luna”, que é uma animação brasileira (Brasil il il il), veio me ajudar nas questões científicas… Luna, Claudio (um furão) e seu irmãozinho Júpiter se questionam quanto a existência da Lua, porque quando chove o terra exala um cheiro específico, tipo ela ajuda até os papais que não sabem responder algo a quando forem questionados, conseguirem uma resultado satisfatório e sem contar que ela canta uma musiquinha chiclete, que vez ou outra me pego cantando… Enfim, em meio a desenhinhos que ensinam a trapaça, a violência ( como o picapau - que foi o desenho que na minha época eu assisti demais), é muito bom ensinar coisas educativas para os filhotes, mesmo quando não temos tempo para as brincadeiras físicas (que é o meu caso, que quando estou em casa estou trabalhando e quando saio estou trabalhando…), fica a minha dica de desenhos…

Reprodução da músiquinha: "Eu quero saber"

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Hino Nacional para os pequeninos…

Vejo tanta gente com patriotismo por aí, mas muitos não cantam o Hino Nacional Brasileiro corretamente, e eu já comecei a ensinar para a minha pequena pimentinha, a cantar com fervor como ela o faz quando coloca a mãozinha direita no peito (aprendeu na escola).

Hino Nacional Brasileiro por Teleco e Teco

quarta-feira, 4 de junho de 2014

O tal “terrible two”

Lendo sobre o assunto eu fiquei horrizada, mas sabe, bem que eu vejo muitas mães por aí sofrendo disso, e eu, tenho certeza que passarei por tal fase, até PIOR… porque a minha pimentinha tem o mesmo gênio que o meu, e definitivamente pode ser que ela apronte piores que eu, segue a matéria da Manuela Macagnan que foi publicada em 29.02.2012
crise-2-anos
O seu bebê era um verdadeiro anjinho, mas está chegando perto dos 2 anos e parece estar encapetado? Acredite: você não é a única que passa por isso
O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.
1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?
A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.
2. Esse comportamento é comum em qual idade?
Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.
3. Existe alguma causa?
A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.
4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?
Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.
5. Todas as crianças passam por isso?
Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.
6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado e o shopping?
Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.
7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?
Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.
Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.
8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?
Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.
Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

quinta-feira, 27 de março de 2014

27/03 - Dia do circo

Na escola da pimentinha a professora dela inventa cada coisa, hoje voltei com a palhacinha mais linda do mundo...
Arquivo Pessoal: filhota voltando da escola vestida de palhacinha
Quem não gosta de circo?!

Hoje comemoramos o Dia do Circo em homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu dia 27 de março de 1897 na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Você sabia que as primeiras tentativas de apresentações em circo vieram da China? Lá a monarquia se divertia com a apresentação dos contorcionistas e equilibristas. Dos divertidos e simpáticos palhaços, dos malabaristas e suas manobras arriscadas, da mulher borracha, do atirador de facas, mágicos, adestradores de animais e trapezistas, é feito o mundo mágico dos circos!

Os palhaços ficam encarregados de proporcionarem muitas gargalhadas ao público. Para ser um palhaço, é preciso vocação e gostar de interagir com as pessoas, pois só assim irão transmitir alegria e entusiasmo a todos que estão assistindo ao espetáculo.

O mágico é o que mais chama a atenção de todos na platéia. Executam números curiosos de ilusionismo, iludindo e prendendo a atenção dos espectadores.

Se você nunca foi ao circo, tem uma ótima oportunidade agora no Dia do Circo. Não perca este mundo de diversão e magia!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Sobre o Castigo

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Assistindo a Ana Maria Braga, vi uma matéria que me chamou atenção, falava sobre a forma de como educar seus filhos, se o castigo ajudava na hora do NÃO, e hoje novamente as mamães dos grupos que faço parte também falavam sobre essa matéria.

Castiga-mas-não-bate
Psiquiatra Ana Beatriz Barbosa (autora de livros maravilhosos como “mentes perigosas”), em um programa matinal da TV aberta, falando sobre castigos:
"A questão do castigo não é o tempo, mas você estabelecer o castigo e cumprir. Os pais não podem voltar atrás! O melhor prazo é de 72 horas", explicou a especialista. Laura Caie, farmacêutica, perguntou à Ana Beatriz o que os pais devem fazer quando o castigo não é suficiente. "Não existe o castigo não resolver, existe não ser o castigo certo. Se você conhece acriança e vai poder tirar aquilo que vai fazer falta", aconselha a psiquiatra.
Na mesma matéria, a especialista afirma: "Quando há intenção de machucar, vira maus-tratos, ou até tortura, como nesse caso que foi exibido. Para mim é tortura porque a criança é incapaz de sair dessa situação".
fonte: http://goo.gl/qgr1S9

Minha opinião é este é um assunto muito delicado, viemos de uma sociedade que era espancada pelos pais (eu apanhei de meus pais), mas que lutamos para não criar nossos filhos da mesma forma (primeiro por ser desnecessário, e segundo por ser crime), mas existe uma coisa que as pessoas não entendem: O Bebê é um outro ser humano, que tem opinião própria, eu estou aprendendo as duras penas com a minha filha que ela tem gostos diferente dos meus, que se faz algo que lhe apetece, ela faz, com ou sem consentimento, então pedi ajuda a uma psicóloga de família para ajudar a criar minha filha, fui para ME ENTENDER COMO MÃE, para depois fazer minha pimentinha se entender como filha (mesmo sendo um bebê de 1 ano e 8 meses, crianças tem uma capacidade extraordinária em aprender tudo que falamos, ela só não sabem entender as palavras complexas (isso fica para outra oportunidade).

Bater não é um remédio, eu já perdi a cabeça com a Mariana e sei que se batesse nela naquela hora, ela não iria entender o porque apanhou, então gritei, mas GRITAR também não é solução, assim teremos uma criança histérica em casa.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Pimentinha na escola

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Hoje foi o primeiro dia de aula da minha pimentinha, pra mim, que achou que a filha não ia gostar, fiquei com o queixo no chão… tudo começou na hora de acordá-la, pensei (olha como mãe é besta), que ela não iria acordar, porque ela sempre dorme até tarde.

Acordei a MARI com beijinho, contando segredo já tinha esquentado a água do banho tava bem quentinha, o quarto como tava geladinho do arcondicionado a pequena tava beeem preguiçosa, então a mamãe colocou no colo e falou que iriamos passear, então ela abriu o olho, tomou o banho e espertou. Vesti o uniforme pegamos a mochila e como a escolinha é aqui do lado, fomos eu, o tio Bruno para lá.

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Na entrada da Escola tinha um palhaço, pra quê meu Deus, Mariana tem medo de personagens infantis em tamanho real (isso inclui o Patati Patatá, Galinha Pintadinha, Papai Nhonhoin*), chorou demais, que não queria entrar na sala de aula, pensando que iria encontrá-lo lá também… e eu tentei fotografá-la com ele, mas não teve jeito ela chorou muito.

Na sala de aula, os pais poderiam entrar com os filhos, até porque a Mari é MATERNAL BABY, é para bebês de 1 ano e meio até 2 anos, que já andem pelo menos… então lá fui eu me sentar no chão, brincar, e deixar a criança se soltar, mas vocês em sã consciênca deixariam o filho ser beliscados e não falariam nada??? tive que ser contida pelo meu irmão porque um coleguinha a beliscou, e a empurrou…

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A minha filha logo se enturmou, não chorou, não brigou, pelo menos não em primeiro momento, depois na hora do intervalo, que eles foram para o parquinho, ela já tinha esquecido o bendito palhaço que estava na entrada da escola, então ele apareceu, mais uma vez CHORO.

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Bem, fora os contratempos tenho certeza que ela gostou da escola, foi bem proveitoso, todas as crianças brincaram a valer, agora espero que amanhã a Mari goste ainda mais, amanhã eu ainda terei que ir, só que dessa vez não entraremos na sala, até porque ela tem que ficar com a professora… não chorei, porque fiquei com a minha filha em sala, vamos ver amanhã.

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Escolinha se aproximando

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Estou a voltas com o primeiro dia de aula da Mariana, eu e minha mãe compramos todo o material (eu ja até coloquei a lista, mas depois que sentei pra conferir, pensei… o que essa menina vai fazer com tudo isso, mas depois vou fazer outro post sobre isso), tá comprei todo o material, tá tudo encaixotado devidamente selado, mas ninguém me disse o que por na mochila, então pensei, vou arrumar a mochila como se fosse a sacolinha de a gente sair… Então lá vai.
1 babador pra não sujar a roupa1533294_10203058345204730_838110928_n
1 troca de roupa (um conjuntinho)
1 fralda de pano
6 fraldas descartáveis
1 toalha (a pedido da escola)
1 shampoo (a pedido da escola)
1 creme assaduras
1 pente
1 perfume
6 calcinhas
1 sabonete líquido (a pedido da escola)
1 Agenda Escolar
1 toalha de rosto (a pedido da escola)
1 escova de dente
1 pasta

Ufa!!!1 muita coisa pra uma mochilete tão pequena, mas lembrando que ela vai ficar meio período, e aqui em casa ela corre o tempo todo, pode ser que ela corra ainda mais vendo outras crianças, hoje iremos comprar o uniforme dela, que são duas camisetas da escola e dois shorts-saia
cris
Foto de CEAI:
Sabe como tá o coração??? uma parte de mim diz: ELA TEM QUE IR, SERÁ MELHOR PRA ELA, e outra diz TÁ DOIDA??? É MUITO PEQUENA, aff!!! muita ansiedade gente.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Preconceito na internet… sobre cor

Boa noite queridos leitores, não lembro de algum dia ter negado a minha negritude, nunca neguei nada sobre a minha cor, ou a cor da minha filha, todos meus amigos e parentes e até inimigos sabem que sou filha de uma mulher negra MARANHENSE (por tanto nordestina) com um PARAENSE, branco dos olhos VERDES, e sou feliz por isso, mas hoje fui notar que alguém ficou incomodada com o layout do blog da minha filha, porque a menina que aparece no BANNER ( que é a minha filha) não é a menina NEGRA (segunda a pessoa que escreveu o comentário) das fotos do post, e sim uma garotinha BRANCA, vamos lá desperdiçar meu tempo com pessoas IDIOTAS que depois que compram um MODEM DA TIM, já se acham no direito de questionar RAÇA, CREDO, POLÍTICA…

Captura de tela 2013-12-28 18.30.15

Respondendo a SENHORITA CAMI (que nem sei quem é a senhorita e DESEJO DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO NUUUUNCA TE CONHECER), obrigada por lembrar que minha filha é negra, pois a senhorita acredita eu ainda não tinha percebido a cor da minha filha??? sabe porque??? desde que ela nasceu não me interessou se ela era NEGRA, AMARELA, VERMELHA AZUL OU FURTA COR, porque a mim interessa a MENINA LINDA, SAUDÁVEL E se Deus me ajudar sem esse preconceito NOJENTO que a senhorita fez ao mandar esse comentário RIDÍCULO, outra coisa, não sei se você percebeu que a foto que tá no layout é uma foto dela em forma de desenho, ahh, acho que seu preconceito não deixou notar também querida que ela tá desenhada como uma COLOMBINA (ahhh se você não sabe minha querida o que é COLOMBINA joga no GOOGLE) e E VÁ SE INFORMAR.

Captura de tela 2013-12-28 18.32.25

DONA CAMI, antes que eu me esqueça, vá dá meia hora seu tempo com leituras interessantes, e deixe meu blog em paz porque ele não foi feito para seus olhos e pensamentos RIDICULOS, foi feito para a minha filha quando tiver idade reler sobre a HISTÓRIA DELA….

aos meus amigos DESCULPE O DESABAFO

quem quiser ler sobre o comentário e dar uma resposta a altura para essa cidadã… ele está na postagem: CUIDADO COM OS BRINQUEDOS.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

domingo, 2 de junho de 2013

Contando as horas…

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Ontem Mariana estava assim, guardadinha e protegida dos males do mundo, a mamãe carregava-a para onde quisesse (apesar de estar bem pesadinha, mas mamãe conseguia levar), hoje em dia preciso da ajuda de várias mãos para poder te levar comigo, eu posso dizer que esse período entre seu nascimento e tantas descobertas, aprendemos com você todos os dias… amanhã é seu primeiro aninho filha… CARAMBA QUE RÁPIDO NÉ????

Mariana 09 008

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O Universo Contado pelas Crianças...

Criança é um ser tão maravilhoso, que não deveriam ser adultos. As crianças têm uma maneira muito linda de entender o mundo, e tem resposta pra tudo, lendo algum perfil no facebook, li essa preciosidade.

Adulto: Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma (definição dada por Andrés Felipe Bedoya, 8 anos de idade).
Ancião: É um homem que fica sentado o dia todo (Maryluz Arbeláez, 9 anos).
Água: Transparência que se pode tomar (Tatiana Ramírez, 7 anos).
Branco: O branco é uma cor que não pinta (Jonathan Ramírez, 11 anos).
Camponês: um camponês não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos (Luis Alberto Ortiz, 8 anos).
Céu: De onde sai o dia (Duván Arnulfo Arango, 8 anos).
Colômbia: É uma partida de futebol (Diego Giraldo, 8 anos).
Dinheiro: Coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos (Ana María Noreña, 12 anos).
Deus: É o amor com cabelo grande e poderes (Ana Milena Hurtado, 5 anos).
Escuridão: É como o frescor da noite (Ana Cristina Henao, 8 anos).
Guerra: Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz (Juan Carlos Mejía, 11 anos).
Inveja: Atirar pedras nos amigos (Alejandro Tobón, 7 anos).
Igreja: Onde a pessoa vai perdoar Deus (Natalia Bueno, 7 anos).
Lua: É o que nos dá a noite (Leidy Johanna García, 8 anos).
Mãe: Mãe entende e depois vai dormir (Juan Alzate, 6 anos).
Paz: Quando a pessoa se perdoa (Juan Camilo Hurtado, 8 anos).
Sexo: É uma pessoa que se beija em cima da outra (Luisa Pates, 8 anos).
Solidão: Tristeza que dá na pessoa às vezes (Iván Darío López, 10 anos).
Tempo: Coisa que passa para lembrar (Jorge Armando, 8 anos).
Universo: Casa das estrelas (Carlos Gómez, 12 anos).
Violência: Parte ruim da paz (Sara Martínez, 7 anos).

(Extraído do livro Casa das estrelas, por de Javier Naranjo. Via Fabrício Basso).

sábado, 30 de março de 2013

Novidades por aí…

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Nossos filhos sempre nos inspiram a fazer algo, e sabe, fazendo pesquisa de preço para festa da minha filha, e fazendo os personalizados dela pensei… CARACAAAA EU SOU BOA NISSO!!!

Além de fazer bolos gostosos (acreditem vou começar a fazer bolo pra vender, porque tá dando super certo), aprendi a fazer personalizados, e sabe tô gostando de trabalhar com isso… já fiz convite de Aniversário para a minha chefe só de brincadeira (ganhei uma graninha), e sabe, sou design gráfico de formação, mas nunca levei tão a sério, e fazendo o personalizado pra aniversário da Mariana, eu curti fazer os desenhos e cada personalizado.
Então galerinha, quem quiser fazer os personalizados da festa comigo… aguardem!!! vou fazer o SITE e mudar o grupo MÃE DE PIMENTINHA!!!

Aniversário do Gabriel Pombo
Maricota Personalizados