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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

24 coisas que 2016 me ensinou



1. As pessoas são temporárias nas nossas vidas. Todas. E todas se vão exatamente no momento que deveriam ter ido. Não adianta chorar nem reclamar, se é o momento delas irem embora, elas vão.

2. Crescer, muitas vezes, significa se sentir sozinho.

3. As pessoas que você tem ao seu redor têm um impacto direto em como você se sente. Se elas não estão te fazendo bem, por que continuar ao lado delas?

4. Pessoas que você nunca imaginaria que sairiam da sua vida, na maioria das vezes saem. E não tem problema.

5. A sua felicidade deve vir sempre em primeiro lugar.

6. Ajudar os outros te faz crescer como pessoa.

7. Você nunca conhece alguém tão bem quanto você pensa que conhece. E saber disso é o primeiro passo para não se decepcionar.

8. Os problemas do mundo não são seus pra você carregar nas costas. As injustiças do mundo não são culpa sua. Trabalhe para melhorá-los, mas não se culpe se não conseguir.

9. As vezes você vai sentir falta de pessoas que te machucaram. Não tem problema. Isso significa que elas foram importantes na sua vida e que você soube amá-las. 

10. Aprenda a perdoar.

11. Você vai crescer, e você vai se distanciar cada vez mais da pessoa que você já foi um dia. Certifique-se que você está se distanciando na direção certa.

12. 365 dias podem mudar muita coisa.

13. Lutar pelo o que você acredita vai te trazer muita dor de cabeça e muita decepção, mas é extremamente necessário. Não desista.

14. Não se compare com os outros. A vida não deveria ser uma grande competição entre quem é mais bem sucedido, bonito ou popular. Cada pessoa tem seu brilho próprio. O sucesso de uma pessoa não significa o seu fracasso.

15. Gaste o dinheiro que você ganha com experiências, não com coisas materiais.

16. Não ponha a sua felicidade nas mãos de outras pessoas. Elas vão derrubar. Elas sempre derrubam.

17. Aprenda a admitir que está errado, quando estiver.

18. Tente não se preocupar com o que os outros pensam de você. Se conseguir, me conte como.

19. SE IMPONHA. Não tolere o desrespeito e não tenha medo de dizer o que você pensa.

20. Se informe antes de opinar sobre qualquer assunto. O mundo não precisa da sua opinião em todos os assuntos.

21. Não importa o que você faça ou diga, as pessoas vão sempre acreditar no que elas querem acreditar.

22. Aprenda a escolher as suas batalhas. Existem coisas que simplesmente não valem a pena.

23. Não desista, tem sempre alguém se inspirando em você.

24. Comece hoje aquele projeto que você tem em mente, ou comece a aprender a tocar aquele instrumento que você sempre quis, ou aquele idioma que você sempre quis falar, ou comece hoje a juntar dinheiro pra aquela viagem que você sempre quis fazer. Daqui a um ano você vai desejar ter começado agora.

↦Feliz 2017!↤

Texto original retirado do Livre, quer ler??? Clique aqui

terça-feira, 16 de junho de 2015

Filha com vergonha alheia

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Arquivo Pessoal: Pequenas férias em Santarém... Mari a Beira da piscina

Mari acabara de completar “Tlês” anos, e já sofre de vergonha alheia, então a partir de agora só posso postar algo dela, quando ela der o aval, ontem fui postar um vídeo em que ela andava de bicicleta, e a mesma não gostou, chorou, pediu para que eu desligasse o celular, que acabasse a bateria, pediu pelo amor de Jesus (sério, não sei com quem aprendeu), eu não sei como, e quem ensinou tal comportamento, então resolvi que vou maneirar nas fotos e vídeos, mamãe coruja com filha tímida dá nisso.
Agora as fotos que ela quer que eu post, sejam as que ela aprovar, as que ela faz pose para tirar, e se não for dessa forma, ela abre o berreiro, sai correndo e começa a chorar… então como sempre disse ela é uma outra pessoa, diferente de mim, com gostos diferentes dos meus, mesmo com sua pouca idade, mostra claramente do que gosta, e o que não fica legal, já escolhe o próprio estilo.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Primeiro dia de Aula

indo para a escola...
Que dia mais feliz… opa, péra… PROFESSORA NOVA!!!
A Mari continuou na mesma escola, ela já é adaptada, os mesmo coleguinhas (os pais destes coleguinhas se tornaram amigos, e pensaram que seria melhor todos ficarem por conta da mudança de professora, quem sabe eles vendo as mesmas carinhas, não sentissem tanto a mudança), a nova professora não é estranha nem para os pais e nem para as crianças, até porque a sala para qual a Mari foi é ao lado da antiga, e semrpe que podia a “Tia” Karla, passava por lá e falava com cada um deles… mas uma coisa é falar com eles, outra é conviver, então veio o medo do novo (eu sou aversa a isso, diferente de muitos que adoram renovar, viver o novo, eu tenho pânico, e acabo transmitindo erradamente para minha filha isso).
Primeiro dia de Aula, tudo começou como no ano passado, eles com medo, chorando muito, e nós dentro de sala de aula… Então a professora Karla se apresentou, e pediu para que nós não entrássemos na sala no dia seguinte, eles precisavam se conhecer, aí lá veio aquela sensação de pavor, mas sabe que inicialmente foi um chororô (a Mariana sempre chora quando eu a deixo, mas depois ela está calma), depois tudo se ajeitou.
O medo mesmo era o apego que tivemos a professora do ano passado, tanto apego que nós a homenageamos pela carinho que ela teve com nossos pequenos, a colocamos no nosso grupo de pais no WHATSAPP, e ontem ela se despediu do grupo, agradecendo o carinho e pedindo paciência com a outra professora… enfim PROFISSIONALISMO E MUITA ÉTICA.
Como havia falando, NÃO ERREI COM A ESCOLA QUE ESCOLHI… e aos papais que lêem meu blog, pensem, andem, e façam a escolha certa. A escola é a segunda casa dos nosso filhos, então porque não escolher a melhor?

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Desenhos educativos…

Nesse período de férias, Mariana tem ficado em casa, e em Belém temos apenas duas estações do ano bem latentes (dias de muita chuva, e dias de pouca chuva), temos ficado em casa direto, a semana inteira eu tenho ido trabalhar na Maricota Store (loja física dos meus personalizados), ela fica com a minha tia, que quando não brinca com ela, a coloca para assistir televisão, e tenho notado uma modificação nos gostos pelos desenhos, antes o vídeo mais amado era MPBABY

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Este é um desenho que só toca cantigas de roda, mas existe a coleção com músicas famosas, desde pink floyd até Sinatra, passando por ritmos como forró e country, ela amava assistir, mas depois foi enjoando, até largar de vez, usei muito quando ela tinha 4 meses, para fazê-la dormir, até porque as cantigas eram em tom suave como se fosse voz e violão.

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Então veio a tão amada e odiada, a Galinha Pintadinha, que também vinha com músicas com cheirinho de infância, com gostinho de quero mais, ficou durante 1 ano e meio em três volumes, minha filha assistia tanto, mais tanto, que chegou a um ponto que ela chorava quando repetia a música que ela ouvira há minutos atras… foi nesse momento que ela foi perdendo espaço para a porquinha Peppa, que ainda é sensação em casa, mas como tenho poucos capítulos (sempre baixo da internet e coloco em um pendrive para que ela possa assistir tanto em casa, quanto no carro) ela tem ficado com dor de cabeça com os oincs, oincs… ainda não enjoou, porque vez ou outra baixo um capítulo novo para sossegar o coração da pequenina!

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As duas novas companheiras da Mari são: “Peg + Gato” e “O show de Luna”.

O desenho “Peg+Gato” eu gosto porque a personagem ensina a criança através das aventuras que ela vive, problemas matemáticos, eu como não gosto de matemática, acho uma mão na roda pra introduzir essa matéria tão aterrorizante na vida escolar de muitas crianças… Quando nervosa ela conta em ordem decrescente, e quando quer solucionar um problema ela faz somas diferentes para chegar em resultados iguais… acho demais, porque minha filha que tem apenas 2 anos e 7 meses, tem repetido na prática as somas, e subtrações… hoje baixei um capítulo que a Peg confere com números pares… e a Mari prontamente já repetiu.

Já o desenho “Show de Luna”, que é uma animação brasileira (Brasil il il il), veio me ajudar nas questões científicas… Luna, Claudio (um furão) e seu irmãozinho Júpiter se questionam quanto a existência da Lua, porque quando chove o terra exala um cheiro específico, tipo ela ajuda até os papais que não sabem responder algo a quando forem questionados, conseguirem uma resultado satisfatório e sem contar que ela canta uma musiquinha chiclete, que vez ou outra me pego cantando… Enfim, em meio a desenhinhos que ensinam a trapaça, a violência ( como o picapau - que foi o desenho que na minha época eu assisti demais), é muito bom ensinar coisas educativas para os filhotes, mesmo quando não temos tempo para as brincadeiras físicas (que é o meu caso, que quando estou em casa estou trabalhando e quando saio estou trabalhando…), fica a minha dica de desenhos…

Reprodução da músiquinha: "Eu quero saber"

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Criança na Escola

Quando fazemos amizade com as mamães dos coleguinhas de seus filhotes, descobrimos dicas bem legais, essa dica é da cunhada de uma mãe da Valentinha (coleguinha da Mariana), Dra Luciana Mota Leonardi, colocou em seu Instagram sobre o assunto, e achei legal compartilhar.

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Que decisão difícil heim? Quando colocar a criança na escola? Quantas dúvidas , quanta insegurança e medo! Vou dar minha opinião pessoal com " toque" de pediatra ok? Do ponto de vista de maturidade imunológica , o ideal seria aguardar após 2-3 anos... Mas hoje a realidade é diferente: a grande maioria das mulheres precisa trabalhar! E não conta com rede de apoio confiável (mãe, irmã, babá...) . Aqui em Belém , ter uma “babá quase perfeita" é um luxo ! Mais difícil que ganhar na mega da virada (kkk) . Se conseguirem um cuidador de confiança diria pra aguardar até 2/3 anos , caso contrário procure uma creche ou escola com boas referências "sem medo de ser feliz" . No meu caso , consegui segurar os meninos em casa até 1 ano e 5 meses , e confesso que as vezes quando chegava em casa , me angustiava ver uma babá com pouco envolvimento emocional , sem " repertório" de atividades pra estimular as crianças ! Fui em busca de escola. E qual escola ideal ??? NÃO EXISTE (pelo menos aqui!) . A minha escolha envolveu os seguintes fatores: próximo a minha casa, indicações de amigos e familiares, estrutura física (segurança , higiene...), professores felizes e qualificados , e a boa energia do primeiro encontro (não sei se me entendem!) . Sofri no início mas meu filho me consolou dizendo : " tchau mamãe , vai tabaiar (trabalhar) !" Eles cresceram felizes nessa escola e posso dizer que é uma extensão da minha casa , e me enche de emoção ver minha afilhada Valentina iniciando essa caminhada! Boa sorte a todos que iniciam essa jornada , em especial ao meu mano e cunhada @ladyalline. É só o inicio de momentos de muita emoção! E você , conte sua experiência! Bjocas. (próximo post : saúde x escola)

SIGAM: @AMOSERPEDIATRA

sábado, 25 de janeiro de 2014

Sobre Adaptação…

 

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Primeiro dia na escola da Mariana

 

O período de adaptação na escola é uma etapa bastante delicada pela qual pais e crianças passam. Tente imaginar, você adulto, ao enfrentar o primeiro dia em um novo trabalho ou ainda sozinho em uma festa , onde todos são desconhecidos.

A adaptação da criança na escola pode demorar de um dia a meses dependendo da idade e do tipo de relação que tem com as pessoas mais queridas.

Dos seis aos sete meses até quase três anos de idade é a idade mais trabalhosa, pois a criança já estranha e não consegue elaborar um raciocínio para compreender o que significa a escola, o que está fazendo lá  e principalmente que os pais continuam a existir mesmo quando não estão diante de sua vista. Por isso é preciso ter muita tranquilidade, paciência e principalmente confiança na sua escolha.

É importante que a mãe, o pai, avós ou alguém com quem a criança tem um vínculo afetivo forte a acompanhe nos primeiros dias. Essa pessoa deve ficar em algum espaço que a escola tenha reservado para isso enquanto que a criança reúne-se com a professora e os novos amiguinhos. Sempre que a ansiedade, insegurança ou choro resolverem aparecer, a criança vai ao aconchego desta pessoa para que saiba que tem respaldo e que não foi abandonada.

É imprescindível que os pais permitam esta aproximação pois ela precisa formar vínculos com a professora e os novos amigos. Se os pais ficam dentro da sala é claro que a criança vai ficar o tempo todo debaixo da proteção e não conseguirá estabelecer um relacionamento.

É comum neste início que a criança fique ansiosa, proteste para evitar enfrentar esta situaçã . Afinal a casa dela é um espaço onde já domina tudo e todos. Conhece tudo e sabe como conseguir as coisas com cada adulto que ela convive desde que nasceu. A escola irá lhe parecer em um primeiro momento um desafio que ela não está com vontade de enfrentar, o receio do novo. Por mais que os pais estejam apreensivos é importante procurar não passar essa preocupação à criança , mas sim ressaltar os pontos positivos , falando bem da escola, das novidades, dos amigos e brincadeiras. Os pais devem evitar falar das preocupações na frente das crianças o que a deixarão mais apreensivas. Dorzinhas de barriga, sono, manhas são esperadas neste momento.

Um aspecto difícil é sentimento de culpa que passa pela cabeça dos pais de não poderem estar o tempo todo com seu filho. Não há porque se sentirem assim, pois as crianças crescem amadurecem e precisam de novas experiências com outros da mesma idade. Essa experiência, por mais longa e cheia de lágrimas dos dois lados que seja, não traumatiza. Todos superam e certamente no futuro nem se lembrem desses primeiros dias na escola.

Essa fase pode parecer dolorosa, mas aos poucos, pais e criança começam a confiar na escolha que fizeram e a lidar com mais tranquilidade e prazer com essa etapa que é fundamental na construção da personalidade da criança.

Texto de Karen Kaufmann Sacchetto – Pedagoga/ Revista CRESCER

Adaptado pelo SOE/SOP - CEAI