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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Como levantar a auto-estima do filho

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Em uma reunião da escola, uma psicologa chamada pela escola foi nos ajudar sobre limites, todos sabem que criar um filho (porque por no mundo é muito fácil, criar é outra parte bem delicada do "ter um filho”, e isso não vem de manual nenhum), eu sou mãe meio louca, diferente de como a minha mãe é, amo ser mãe da mariana, eu nunca sonhei em ser mãe depois da adolescência (até porque minha mãe rezava um mantra na minha cabeça: “nunca engravide antes de se formar, ter um emprego”), e quando aconteceu eu estava prestes a completar 32 anos, e me vi igual uma adolescente sem rumo com aquele pequeno embrulho que estava levando para casa, os meses iniciais são batata, você coloca o bebê no seu ritmo e “voi lá” tudo certo, todos estão felizes, mas existe um período que não temos o controle sobre esses pequeninos, o momento que eles descobrem que não somos uma única pessoa mãe-filho, então vem um outro ser humano que tem vontades próprias, que precisa ser norteado, então como o estresse do dia-a-dia a gente não tem paciência com as crianças, posso dizer que o que a psicóloga falou, tem me ajudado ao extremo, e tenho utilizado essas palavras para meu momento com a minha pimentinha, espero que gostem:

1. Eu te amo, mas você está errado

Nessas horas que precisamos repreender os filhos deixamos claro que a criança fez algo errado e não a condenamos a ser sempre má. Fica claro que ela ainda tem o amor dos pais, mas teve uma atitude incorreta.

2. Muito bem, filho

Quando eles arrumam a cama sozinhos ou nos ajudam em alguma tarefa do lar, merecem ser elogiados. Este reconhecimento fará com que a criança se orgulhe do que fez.

3. O que você quis dizer com isso?

Essa é uma ótima frase para se dizer quando a criança fala um palavrão ou faz um gesto feio. Ela pode estar reproduzindo algo que ouviu e não entende quão errado é. Assim, os pais podem explicar que são palavras que não devem ser ditas, em vez de dar risada ou retrucar com outro xingamento.

4. Eu acredito em você

Dessa forma estaremos inspirando confiança para que o filho possa se abrir mais vezes e contar a verdade. Logo, quando for adolescente, entenderá em quem pode realmente confiar.

5. Cuide de suas coisas

Assim você estará ensinando-o a ter mais responsabilidade e a valorizar o que lhe pertence. No futuro, ele dará mais valor a outras conquistas pessoais.

6. Como foi o seu dia?

Mais importante do que a pergunta, é dar atenção à resposta. Nesse momento, deixe as repreensões um pouco de lado para que ele tenha sempre vontade de contar suas aventuras e não de ouvir um sermão.

 

Espero que vocês usem isso para sua vida…

domingo, 12 de abril de 2015

W-Sitting

 

Minha pequena pimentinha assim que aprendeu a sentar, coloca as pernas em W, e depois de notar que ela tem caído muito (e não foi por falta de alerta), fui ao ortopedista com ela, e ele me disse exatamente o que vou transcrever, o texto originalmente está no blog da Maple Bear Jaguaré.

Dá uma verificada:

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Sentar em “W” refere-se à postura assumida pelas crianças quando se sentam no chão com as pernas posicionadas no formato de um “W”, sendo esta uma das várias posições que a criança pode assumir enquanto brinca. Em relação a isso, a alternância entre as posições que a criança senta é muito benéfica e estimula a descoberta dos limites de corpo. No entanto, se assumido com frequência, este hábito postural pode gerar alterações ortopédicas, no desenvolvimento ósseo e no desenvolvimento motor.

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Alterações Ortopédicas:

Quando sentada em “W”, os quadris encontram-se no limite da rotação interna, predispondo a criança a problemas ortopédicos futuros. Nesta posição anormal, o risco de luxação do quadril é preocupante. Esta posição também favorece a instalação de encurtamentos e contraturas musculares.

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Desenvolvimento Ósseo:

O sentar em “W” também pode afetar o desenvolvimento ósseo, favorecendo a anteversão da cabeça do fêmur e a rotação interna da tíbia.

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Desenvolvimento Motor:

Na postura em “W”, a criança experimenta um grande aumento da base de sustentação quando comparada com outras posturas sentadas, isso lhe garante maior estabilidade e menor necessidade de ajustes posturais. Quando sentada em “W”, o centro de gravidade dificilmente ultrapassará a sua base de sustentação (a área ocupada pelo “W”), desta forma, os músculos do tronco terão pouco trabalho para manter o equilíbrio. Obviamente equilíbrio e estabilidade são coisas boas, mas, a instabilidade também é essencial para desenvolver reações posturais e a força nos músculos do tronco. O problema é que o “W” é tão estável que não permite à criança exercitar seu equilíbrio, também limita as rotações de tronco e as transferências de peso laterais como aquelas que realizamos para alcançar um objeto. Como resultado, ocorre um atraso nas aquisições de controle de tronco e equilíbrio devido ao não uso. Além disso, pela falta de transferências laterais e da capacidade de cruzar a linha média (levar a mão esquerda a alcançar um objeto no lado direito do corpo), a criança tende a usar a mão direita no lado direito do corpo e a mão esquerda no lado esquerdo do corpo, afetando o desenvolvimento da dominação manual.

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A maioria das crianças adquire a posição em “W” por curtos períodos de tempo, alternando naturalmente para outras posições. A forma mais fácil de prevenir complicações é evitar desde o início que se torne um hábito. Elas devem ser estimuladas a mudar a posição e chamadas à atenção para corrigirem a postura sempre que a posição em “W” for a preferencial. Se você perceber freqüência na postura em “W”, basta ajudá-la a modificar a posição com suas próprias mãos, guiando-a, por exemplo, para outra postura e conversando com ela, explicando que ela precisa endireitar as perninhas pra não se machucar.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

2 anos e 10 meses

Uma menina tagarela veio morar comigo há 34 meses, e repete tudo que é dito em casa, temos nos policiado mais, porque sabe como é, para não pagar um mico como já paguei na escola dela ano passado, quando ela chamou um dos coleguinhas de CABEÇA DE BOI (o avô dela repete pra todo mundo na televisão quando vê algo absurdo).

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A mais nova dela é que estou tentando desmamá-la, e ela tem me prometido mundos e fundos para que eu a deixe mamar, muitas mamães ativistas vão dizer: MAS PORQUE TIRAR DO PEITO? ELA É BEBÊ, PORQUE VOCÊ VAI FAZER ISSO? (RESPOSTA: vou dizer a minha resposta, não está mais legal dar peito, não tem mais leite, ela apenas usa como se fosse pipo, eu não tenho dormido direito, ENFIM…)

Ontem mesmo ela virou-se pra mim e disse:

MAMÃE, EU POMETO QUE VÔ CASAR NA IGUEJA, DEIXA EU MAMÁ!

eu não resisti e acabei cedendo (rindo litros lógico), a pimentinha tem suas artimanhas para me dobrar!!!