Mostrando postagens com marcador Cozinha Infantil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cozinha Infantil. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Mamãe “mestre-cuca”

Minha mãe me deu de presente dois itens da linha tramontina “La pasticceira” é muito fofinho, o primeiro presente foi a forma-para-cupcake-la-pasticceria-tramontinafôrma para cupcake, todos sabem que ultimamente estou amando cozinhar, já trato a cozinha como uma terapia, e ameeeei o presente. imagese o outros presente foi cortadores em forma de coração, para que eu faça os biscoitinhos que a Mari vai levar para escola quando começar a estudar, que legal né???? eu também achei e fui atrás de conhecer o restante da linha, que é todinha assim fofa, em cores rosa e verde bebê, fiquei encantada, você tem a impressão que é uma casa de bonecas, por serem utensilios com carinha de brinquedo.

A linha toda conta com fôrma de bolo, com aro removível ou não, com avental, saco de silicone para confeiteiro, panelas, espátulas, assadeira, entre outras coisas para quem está amando cozinhar é um PRATO CHEIO, Eu já sei o que vou querer pra minha casa nova (se Deus quiser me mudo ano que vem – TOMARA!!!) já tenho uma lista de presente que eu vou querer, e uma delas é dessa linha tramontina.

segunda-feira, 18 de março de 2013

batalha da papinha part. 3

giseleoliveira 025
Estava lendo uns blogs por aí e achei umas dicas super massa no blog: As delícias de dudu, e se eu tivesse atentado a essa lista eu nãoe staria passado um mal-bocado com a Mari:


6º MÊS

Papa: Amassada e Peneirada
Proteínas: Frango caipira e músculo (apenas para soltar o caldo)
Tempero: 1 (uma) pitada de sal ou nada de preferência e 1(uma) colher (mínima) de óleo
Legumes: Batata Inglesa, cenoura, chuchu, abóbora.
Frutas: Maça, banana prata, pêra e mamão papaia.
Suco: Laranja Lima e Água de coco (oferecer 10 ml até completar 100 ml)
 
7º MÊS
Papa: Amassada e carnes trituradas
Tempero: 1 pitada de sal ,1 colher (mínima) de óleo, alho e cebola
Proteína: Frango (peito), Carne vermelha (músculo ou patinho)
Incluir de legumes: Batata Baroa mesma (mandioquinha salsa), beterraba, espinafre, tomate (sem pele e semente) e gema (ovo de codorna)
Incluir de frutas: abacate, melão, maracujá e manga
Água fervida e filtrada
Se estiver alimentado bem introduzir a janta (mesmo do almoço, sem a gema)


8º MÊS

Papa: Amassada e carnes trituradas
Incluir verduras: Folhas verdes cozidos (alface, acelga, brócolis, couve, espinafre e repolho).
Incluir: Suco acerola e caju
Incluir: Caldo de feijão
Janta mesmo do almoço sem a gema


9ºMÊS

Papa: Amassada  e carnes desfiada
Incluir: Arroz (branco ou integral)
Incluir: meia gema de ovo de galinha
Incluir: couve flor, mandioca, inhame,
Incluir: Feijão amassado e passado na peneira


10º MÊS

Papa: Amassada em pedaços maiores  e carnes desfiada
Incluir: fígado bovino (uma vez por semana)
Incluir: macarrão e outros alimentos a base de trigo e demais cereais
Frutas oferecer em pedaços (liberado todas as frutas)


11º MÊS em diante

A criança esta apta a comer todos os tipos de alimentos.
*Eu achei há um tempo atrás, e não me lembro aonde e nem de quem é, então se a autora por acaso ler esse post por favor se pronuncie para que eu possa dar os devidos créditos. (eu modifiquei um pouco com algumas coisas que eu não concordava)








segunda-feira, 11 de março de 2013

obesidade infantil… NÃO!!!

A pediatra da minha filha sempre que vou no consultório ela pesa a minha filha, acreditem ela vibra… porque???? ela é defensora de BEBÊS SEM DOBRINHAS, bebês obesos e todos que me conhecem sabem que sou gordinha, e minha filha é um bebê enxuto, e estamos seguindo a risca a dieta saudável dela (junto com a amamentação), ela come todo o tipo de legume (agora, porque se vocês lerem posts de 6 meses pra cá, houve uma evolução), sucos, bolachas água e sal (nada de recheio), e lógico evitamos o as besteiras que EU sou viciada (tipo coca-cola, batata-frita e tudo que for gorduroso)…
Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a obesidade já atinge 10% das crianças e 20% dos adolescentes brasileiros. Ela está presente em todas as classes sociais e já se tornou um problema de saúde pública.
As causas da obesidade são muitas: má alimentação, sedentarismo, antecedentes familiares, hormonal.
As conseqüências são várias: aumento de colesterol, risco de contrair diabetes e doenças cardiovasculares, problemas respiratórios e ortopédicos, provocados pela sobrecarga de peso, com lesão do sistema ósteoarticular, principalmente nos períodos de estirão do crescimento.
Bebês estão sendo superalimentados com leite em pó
Segundo um estudo produzido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), muitos bebês, que usam o leite em pó como principal alimento, estão sendo superalimentados nos seus primeiros meses de vida, o que pode explicar, em parte, por que a obesidade infantil vem aumentando tanto nos últimos 20 anos.
Algo de mágico deve existir no leite materno, porque as necessidades calóricas dessas crianças que são alimentadas exclusivamente de leite materno são cerca de 7% menor do que aquelas que se alimentam de leite em pó.
No mesmo sentido, vários países do mundo vêm estudando o papel da amamentação no peito na prevenção da obesidade. A relação existe, embora o mecanismo não seja totalmente entendido. Mas existem hipóteses que vão em três direções, e que podem ser complementares. Pela abordagem comportamental, amamentar no peito seria um sinal de que a mãe dá mais tempo e cuidados ao bebê. Desta forma, também continuaria se ocupando de sua alimentação depois que ele deixa o peito.
A segunda hipótese seria a da auto-regulação que o aleitamento proporciona ao bebê, que mama apenas o quanto precisa e pára quando está satisfeito. Na mamadeira as mães sempre acabam forçando, pois querem que o bebê ''tome tudo''.
Finalmente, a terceira explicação seria um estudo desenvolvido por uma equipe do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati, EUA, que revelou que o leite materno contém uma proteína capaz de diminuir o risco de obesidade. Foi verificada a presença de altos níveis de uma proteína, a adiponectina, que regula como o corpo processa açúcares e as substâncias gordurosas do leite.  Para os cientistas, a presença desta proteína no leite materno pode influenciar a obesidade do futuro adulto.
ERRO INICIAL
Em geral, os bebês preferem sabores doces e salgados aos amargos e azedos. Essa preferência tem uma explicação evolucionária: o doce é indicativo da quantidade de energia da comida, e a aversão a azedos e amargos uma forma de proteção contra alimentos estragados. Daí se chamar de ''paladar infantil'' aquela pessoa que só aceita sabores mais primários.
Quanto mais a criança for estimulada em experimentar o paladar de alimentos de sabores mais delicados, menos tolerante ela será ao excesso de sal e do açúcar, que é a condição ideal para a alimentação mais natural e integral.
Infelizmente, o inverso da equação também dá certo, ou seja, quando a criança se acostuma com refeições muito doces ou salgadas, acaba não conseguindo apreciar o sabor mais sutil de frutas e legumes.
A família toda deve ser envolvida na reeducação alimentar, senão não funciona. Dar o exemplo é fundamental. Educação alimentar talvez seja a melhor expressão, pois é como se muitas crianças - e adultos também - fossem analfabetas no assunto. Assim como quase tudo na vida, comer é algo que se aprende, e para isso o paladar deve ser treinado. Nesse processo, além do exemplo, pesa a determinação dos pais - que também precisam ser ''educados'', é claro.
Vale a pena insistir em apresentar um novo alimento à criança, em vez de ceder na segunda vez que ela disser que não gosta. Segundo estudos, é preciso oferecer uma comida nova cerca de dez vezes a uma criança até ela se familiarizar com o alimento.
Carinho que alimenta
Segundo pesquisa da psicóloga Patrícia Spada, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a obesidade infantil muitas vezes decorre de uma dificuldade de comunicação entre a mãe e seu filho, desde antes da fala. Patrícia avaliou 92 mulheres com filhos obesos, de até 10 anos, em que a doença não tinha causas hormonais.
''Muitas mães de crianças obesas demonstram dificuldade em perceber o que o filho quer quando chora, que pode ser por fome, mas também pode ser por frio e necessidade de carinho. Acabam fazendo da comida o único vínculo entre eles'', explica a psicóloga. Assim, o ato de comer passa a ser fonte não só de energia, mas também de afeto.
Pais não querem enxergar a obesidade dos filhos
Pais de crianças e adolescentes custam admitir que seus filhos estão acima do peso, segundo uma pesquisa (Hospital Derriford, em Plymouth, Inglaterra) com os pais de 277 crianças obesas, quando apenas 25% deles admitiam que seus filhos estavam com excesso de gordura corporal.
Um terço das mães e um pouco mais da metade dos pais disseram que elas estavam com o peso "normal". Tal fato pode sinalizar uma relutância em admitir um problema ou por comodismo, já que estar acima do peso se tornou algo comum.
Mas para resolver tal problema é fundamental o reconhecimento e a participação dos pais. Afinal, é quase impossível que as crianças resolvam esse problema sozinhas.
Dizer que criança gordinha é criança saudável é coisa do passado. Hoje é consenso que criança saudável é aquela que está dentro do seu peso e tem umaalimentação equilibrada. Sabemos que 80% das crianças obesas se tornarão adultos obesos. E quanto mais cedo essa obesidade se apresentar, mais doenças associadas a ela vão surgir. Diabetes, hipertensão arterial, aumento de colesterol e triglicérides levam a doenças do coração e problemas ortopédicos. E, pasmem, a obesidade está ligada até ao câncer.
Para saber se seu filho está acima do peso, o médico irá calcular o IMC (peso dividido pela altura ao quadrado) e aplicá-lo a uma curva de crescimento.
Crianças obesas têm mais chance de doença cardíaca
Pesquisadores da Universidade de Tulane, EUA, baseados no mais recente estudo sobre a obesidade infantil, afirmam que crianças com excesso de gordura corporal tendem a ter o ventrículo esquerdo do coração maior quando crescem, aumentando as chances de doenças cardíacas.
Os dados mostram uma necessidade de prevenir problemas de peso ainda na infância, evitando sobrecarregar o coração com carga extra da pressão sanguínea, e outros problemas de saúde correlatos, que podem contribuir para uma mudança na estrutura do coração.
Promover uma mudança no estilo de vida das crianças é a melhor maneira de combater o avanço da obesidade infantil.
Apesar da desnutrição ainda ser uma realidade brasileira, 70 milhões de brasileiros (40% da população), estão acima do peso adequado.
Levantamento nacional feito em 1975 e 1997 mostra que a obesidade aumentou de 8% para 13% em mulheres, de 3% para 7% em homens e de 3% para 15% em crianças.
E segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a obesidade infanto-juvenil no Brasil subiu 240% em 20 anos. Esse dado assustador se deve aos hábitos alimentares inadequados e pouca atividade física.
Além do sedentarismo que atinge nossas crianças, os alimentos tradicionais da cultura brasileira (arroz, feijão, carne, saladas, legumes e frutas) foram substituídos por alimentos industrializados de alto valor calórico, mas nutricionalmente pobres (caloria vazia). Nos lanches, ao invés de frutas ou sanduíches leves, as crianças comem salgadinhos industrializados, frituras, biscoitos recheados e refrigerantes.
A solução para esse grave problema de saúde pública, é promover mudanças no estilo de vida da população.
  1. Praticar atividades físicas diariamente por pelo menos 30 minutos: caminhar, andar de bicicleta, jogar bola, correr, nadar. Temos de incentivar a prática da atividade física prazerosa e criativa. A atividade física adequada depende da aptidão e da escolha da criança. Exercitando-se com prazer, ela não abandona o esporte.
  2. Fazer todas as refeições com os alimentos adequados para cada uma delas: café da manhã, lanche, almoço, lanche vespertino, jantar e ceia.
  3. Não substituir água e sucos naturais por refrigerantes ou sucos artificiais.
  4. Aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes diariamente, em especial os da estação.
  5. As refeições devem ser feitas à mesa, com tranqüilidade.
Nunca é tarde para ensinar bons hábitos alimentares aos nossos filhos. E quanto mais cedo começarem as mudanças, melhor. Instalar hábitos alimentares saudáveis aos três anos é mais fácil do que quando a criança está com 10 anos. Se a criança já está gordinha, sinal de problema e não é hora de cruzar os braços e deixá-la comer o que quiser. Tratado o problema no seu início as chances dela tornar-se um adulto obeso ou com um manequim padrão são as mesmas: de 50%. Já um adolescente obeso reduz para cerca de 20% a sua probabilidade de vir a ter um peso normal um dia, se não interromper o ciclo vicioso que o leva a comer em excesso.
Dez erros a serem evitados

  1. Brincadeiras e distrações: hora de comer é hora sagrada, evitar distrações, visitas, telefonemas, fazer aviãozinho. Cuidado com os mimos e a manha;
  2. Sempre dizer sim: criança sem limites abusa na quantidade e na péssima escolha do alimento. Deve-se buscar ser mais liberal em outras situações;
  3. Ceder ao primeiro não gosto disso: a criança tende a dizer que não gosta do que nunca provou. Cada um pode comer o que quiser, mas experimentar é fundamental;
  4. Comida como recompensa: ''coma esta salada para ganhar a sobremesa'' passa a idéia de que salada não é bom e que a sobremesa é tudo de bom;
  5. Lanches fora de hora: o ideal são 6 refeições diárias, e evitar beliscar fora de hora;
  6. Chantagem: ''se não comer a cenoura, não ganha presente''. Isso só vai aumentar o ódio que a criança sente dos legumes;
  7. Substituir refeições: não quer arroz e feijão, então toma só a sobremesa. Esse erro é muito comum, e se a criança conseguir uma vez, vai repetir a estratégia sempre;
  8. Tornar o comer na rua um programão: a comida de casa vai ficar meio sem graça;
  9. Falta criatividade na comida: a criança vai enjoar;
  10. Dar o exemplo: não adianta mandar tomar sucos e beber refrigerante.
Texto extraído do livro De BEM com a Natureza - Cuidando do seu filho com a Alimentação Viva - Conceição Trucom - editora Alaúde. Um livro Especial Kids. 
































segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Feira para a neném

Saímos para fazer as feira para a transição da Mariana, e eu toda animada a levei para as compras...
E na lista tinha:
1. Abóbora
2. Beterraba
3. Melão
4. Melancia
5. Pêra
6. Batata
7. Tangerina
5. Biscoito Maisena
6. Geléia de Mocotó
7. Abacate
Hoje a pequena comeu mais do que na sexta, dessa vez só chorou, não fez cara de engulho... Mas dessa vez fiz diferente, dei uma colher pra ela brincar e usava a outra pra dar a papinha... Então a pequena foi mais receptiva.
Hoje é o Mêsversário dela, e a batalha das papinhas continua!!!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Batalha das papinhas: Vitamina de banana

Continuando a batalha das papinhas, hoje voltei a banana, mas dessa vez com Nan 2 (indicado para nenéns a partir de 6 meses) ela gostou, mas como mãe relapsa que sou: Fiz uma mamadeira de 250ml e ela só tomou 100ml, mas tomou lambendo os beiços, deveria dar apenas 50ml, vivendo e aprendendo, né???
Continuando a minha batalha, Mariana ainda tem 5 meses, e na segunda completará 6 e a pediatra disse que poderia introduzir as papinhas, vitaminas e suquinhos.
Só tenho uma coisa a dizer pra quem está na batalha pra fazer a transição... NÃO DESISTA!!! Eles não gostam de cara, mas depois vão se rendendo.

domingo, 25 de novembro de 2012

Papinhas

Minha neném ainda não come papinhas, até porque ainda tem 5 meses, mas a mamãe aqui tem que pensar a frente do tempo, já estou olhando receita de papinhas para ela, e gente, como é dificil fazer algo bem nutritivo pra essas coisinhas…

Vocês entendem que a partir do sexto mês o leite materno perde um pouco da força (mas continua com todos os nutrientes), devido o bebê precisar exercitar a mastigação, as comidinhas deve ser pastosa, então é nesse momento que entra em ação as papinhas, e eu quero fazer as papinha para minha boneca, então comecei a pesquisar, vamos começar com uma fácil:

abobora

Papinha de carne, abóbora, batata e couve

Ingredientes

- 1 colher de sobremesa de óleo vegetal

- 1 colher de chá de cebola picada

- 2 colheres de sopa de carne moída

- 1 batata pequena cortada em cubos pequenos

- 2 colheres de sopa de abóbora cortada em cubos pequenos

- 2 colheres de sopa de couve picada

Modo de preparo

Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola e a carne moída. Acrescente em seguida a batata e a abóbora. Cubra com água, tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte a couve e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.

Rendimento: 1 ou 2 porções

 

via Bebê.com.br

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Danone Caseiro

foto: google

INGREDIENTES
1 lata de leite condensado
2 caixas de creme de leite 200 g
1 iogurte natural 200 g
1 pacote de suco sabor morango (ou outro sabor de sua preferência) sem açúcar

MODO DE PREPARO
Bater tudo no liquidificador e colocar em um recipiente
Levar a geladeira
Se quiser colocar no congelador fica muito bom

Danete Caseiro

552192_340315652718669_1875786763_n
foto: google
INGREDIENTES:1 l de leite
1 lata de leite condensado
1 gema
8 colheres (sopa) de chocolate em pó
5 colheres (sopa) de amido de milho
1 lata de creme de leite
MODO DE PREPARO:
Em uma panela coloque o leite (deixe reservado um copo pequeno de leite para dissolver o amido de milho), o leite condensado, a gema, o chocolate em pó;
Leve ao fogo baixo acrescentando o amido de milho já dissolvido ao leite aos poucos mexendo sempre até obter um creme para que não empelotar;
Retire do fogo deixe esfriar e acrescente o creme de leite, coloque-o em um recipiente adequado
Leve à geladeira por 2 horas e está pronto para ser saboreado;
Tempo de preparo: 30min
Rendimento: 15 porções